Mato Grosso do Sul
03.04.2025Na Escola Estadual Maria da Glória Muzzi Ferreira, em Dourados, na disciplina de UCII (Unidade Curricular), sob orientação da professora Lidiane Cristina Lopes Garcia de Souza. , foi realizada a atividade intitulada “Quebra-Cabeça do Território Brasileiro” , com os estudantes do 1º ano do ensino médio
O objetivo da atividade foi de possibilitar aos estudantes um maior conhecimento sobre a divisão territorial do Brasil, promovendo uma análise crítica sobre a regionalização proposta pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A dinâmica buscou estimular a compreensão da distribuição espacial dos estados e regiões, além de fomentar discussões sobre os critérios utilizados para essa divisão. Por meio da interação com o material didático e atividades práticas, os alunos puderam desenvolver habilidades de observação, análise e reflexão sobre a organização do espaço geográfico brasileiro.
Quebra-cabeça
Para atingir os objetivos propostos, a professora Lidiane utilizou um quebra-cabeça representando o mapa do Brasil com a divisão dos estados e regiões. Inicialmente, os alunos foram desafiados a montar o mapa sem qualquer referência, estimulando seus conhecimentos prévios sobre a geografia do país. Em seguida, foram discutidos os critérios adotados pelo IBGE para a regionalização do Brasil, como aspectos naturais, econômicos, sociais e culturais.
A turma também foi incentivada a comparar essa divisão oficial com outras formas de classificação do espaço brasileiro, permitindo que refletissem sobre a dinamicidade da geografia e sua influência na economia e sociedade. Para enriquecer a discussão, foram utilizados materiais complementares, como mapas temáticos e artigos acadêmicos, que auxiliaram na compreensão da diversidade regional do Brasil.
A atividade proporcionou um aprendizado significativo ao permitir que os alunos interagissem ativamente com o conteúdo, ao invés de apenas absorver informações passivamente. O uso do quebra-cabeça facilitou a visualização espacial das regiões brasileiras, tornando o estudo da geografia mais dinâmico e acessível. Além disso, a discussão sobre a regionalização do IBGE levou os estudantes a refletirem sobre os diferentes fatores que influenciam a organização territorial do país.
“A partir das discussões realizadas em sala, foi possível perceber o interesse dos alunos em compreender melhor a estrutura territorial e sua relação com aspectos históricos e econômicos. Dessa forma, a atividade não apenas consolidou conhecimentos geográficos, mas também incentivou o pensamento crítico e a contextualização da realidade brasileira. Os alunos demonstraram entusiasmo e engajamento, reforçando a importância de práticas pedagógicas interativas para o ensino de geografia”, finaliza professora Lidiane.
Adersino Junior, SED
Fotos: Arquivo escolar.