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Boas Práticas 18:10, 13 ago 2015 Tênis é utilizado como ferramenta pedagógica e muda comportamento de alunos da rede paulista

Alunos paulistas participam de atividade esportiva Alunos paulistas participam de atividade esportiva Alunos paulistas participam de atividade esportiva Alunos paulistas participam de atividade esportiva
Foto: A2img / Diogo Moreira

Cerca de 80 alunos praticam o esporte dentro da unidade escolar

A prática do tênis é usada como ferramenta pedagógica e agente transformador no comportamento dos alunos da E.E.Professora Zenaide Vilalva de Araújo, localizada em Barueri. Cerca de 80 alunos praticam o esporte, por meio de um projeto realizado em parceria com a Fundação Tênis, há seis anos,  que também contempla as propostas do Currículo Oficial do Estado de São Paulo. 

"Atende ao Currículo do Estado, que está aliado a proposta pedagógica da escola. O objetivo não é apenas que o aluno leia e escreva, mas que se aproprie de todas as formas de aprendizagem. O esporte é uma forma de aprendizagem lúdica”, explica Sirlene de Fátima Manoel, diretora da unidade escolar.

Todos os alunos e ex-alunos da escola podem participar do projeto. "A nossa missão é dar oportunidade para as crianças e os adolescentes reescreverem seu projeto de vida praticando o tênis", explica Marina de Lima Sodré, coordenadora da Fundação Tênis.

Muitos motivos levaram os alunos a se aproximar do tênis. “A Beatriz Murteiro tem um histórico complicado, mas isso mudou até ela conhecer o tênis. Conseguimos mostrar que ela pode ser melhor fora da quadra”, explica Marina de Lima Sodré.

"O tênis representa muitas coisas na minha vida, como amizade, respeito e excelência. Eu, geralmente, chego mais cedo para ajudar e ensinar os meus amigos de outras turmas”, conta a aluna Beatriz Murteiro.  

Para entrar na quadra de tênis e ingressar no esporte é fácil, basta ter disposição e registrar boas notas. A equipe da Fundação Tênis e a coordenação da escola trabalham em parceria no controle do comportamento dos alunos, de notas e de evolução de cada participante. Todos são observados com muito cuidado.

Sendo assim, as histórias de superação são inúmeras dentro da unidade escolar e aumentam cada vez mais. "Temos um caso bem emblemático do aluno José Eduardo de Oliveira, que tem esquizofrenia e autismo. Ele está conosco há mais de quatro anos e não conseguia pegar  e enxergar uma bolinha. Atualmente ele  joga, troca bola, participa do torneiro e de competições e se relaciona melhor com as pessoas, comemora Marina de Lima Sodré.


Do Portal da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo


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