15:37, 18 ago 2015
Prova Brasil

Seduc de Mato Grosso cria força-tarefa para melhorar índices da Prova Brasil

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) criou uma força-tarefa para melhorar a proficiência dos alunos na Prova Brasil, que será realizada no próximo mês de novembro. Os 15 Centros de Formação e Atualização de Profissionais da Educação Básica (Cefapros), 100 assessorias pedagógicas e todos os coordenadores pedagógicos das escolas da rede pública estadual serão envolvidos neste trabalho. 

A Prova Brasil, que avalia os conhecimentos em matemática e português, é um dos indicadores para compor o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). No total, 553 escolas de Mato Grosso estão aptas a participar da prova, que abrangerá 54.123 estudantes. Participam alunos do 5º e do 9º anos do ensino fundamental a cada dois anos. 

Um dos desafios desta gestão é melhorar o nível de aprendizagem dos alunos, que formalmente são avaliados pelo Ideb. Conforme o secretário-adjunto de Políticas Educacionais, Gilberto Fraga, em Mato Grosso, apenas as escolas de campo e indígenas não participarão da Prova Brasil, neste ano. A força-tarefa centraliza uma ação efetiva com foco no aluno. Fraga lembra que a partir de 2017 é possível apresentar uma evolução nos índices nacionais que avaliam a qualidade do ensino em Mato Grosso. 

Para estimular a ação, o secretário-adjunto afirma que uma programação com as diversas atividades foram estabelecidas pela equipe da Seduc. Estes eventos antecipam a promoção do dia D, em 11 de agosto Dia do Estudante, para mobilizar todas as escolas e incentivar a leitura de dados do Ideb e de outros indicadores da própria unidade escolar. 

Uma das ações é proporcionar condições para que assessores e Cefapros consigam chegar até as escolas para colaborar com o processo de compreensão para aderir à prova. As medidas previstas às mudanças na qualidade do ensino em Mato Grosso foram apresentadas para o governador Pedro Taques. 

A Superintendência de Educação Básica está orientando as escolas para que o aluno possa preencher corretamente o cartão resposta. A meta neste momento é trabalhar para que o aluno se sinta responsável pela prova. Caberá à Superintendência de Gestão Escolar a mobilização dos diretores, para compreender a importância da aplicação para gerir alguns processos de gestão de política pública.


NOELMA OLIVEIRA
Assessoria Seduc/MT

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